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domingo, 27 de abril de 2014

ASIMO se apresentando aos convidados

A Honda trabalha com robôs humanoides desde a década de 1980 e desde 2000 apresenta, anualmente, melhorias no modelo mais recente chamado Asimo. Lançado há 14 anos, o robô sofreu um acidente, em 2006, ao cair quando tentava subir uma escada em uma apresentação em Tokyo. Nessa quarta-feira (15) ele reapareceu em público, durante a International Auto Show, onde mostrou estar mais ágil e com movimentos mais suaves.


Asimo correu pelo palco, pulou, subiu e desceu uma escada, sem cair, além de abrir uma garrafa de suco para servi-lo em um copo. Com ele a Honda pretende criar um produto voltado para pessoas com deficiência, que o utilizariam para ajudar em tarefas cotidianas na casa.

Como robôs humanóides podem causar certo desconforto em algumas pessoas, há um esforço da fabricante para programar ações que o tornem mais amigável. Ao levar chá para uma mesa, por exemplo, Asimo olha para os presentes, antes de servi-los, como um ser humano faria. 

A empresa agora pretende melhorar a compreensão de comunicação não verbal do Asimo, para reconhecer felicidade, tristeza e linguagens de sinais.

Veja algumas fotos do robô:

Reprodução


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"E tu, Daniel, encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e o conhecimento se multiplicará." (Daniel 12.4)

Fonte: Olhardigital.uol.com.br

domingo, 20 de abril de 2014


Sangue artificial deve começar a ser testado em humanos até 2016

Cientistas britânicos querem começar a testar sangue artificial pela primeira vez em humanos nos próximos três anos. Eles planejam iniciar a primeira fase de testes com voluntários no final de 2016 ou no início de 2017.

Por trás da iniciativa está um consórcio de universidades e órgãos do governo do Reino Unido que já vem produzindo células sanguíneas a partir de células-tronco.

As células-tronco são aquelas capazes de se transformar em qualquer outra célula do corpo humano. Muitos estudiosos apostam nelas como a chave para a cura de inúmeras doenças.

Cultivadas em laboratório, as células sanguíneas poderiam ser, assim, usadas para transfusões, evitando uma série de problemas comumente observados nesse processo, como o risco de transmissão de infecções, a incompatibilidade com o sistema imunológico do receptor e a possibilidade de excesso de ferro no sangue do doador.

Além disso, se for bem sucedido, o projeto permitirá aumentar a oferta de sangue disponível para transfusões.

Muitos países do mundo, como o Brasil, sofrem com o estoque dos bancos de sangue, que, alimentados por doações públicas, são insuficientes para atender a crescente demanda pelo material.

Segundo os envolvidos na pesquisa, o uso de células sanguíneas cultivadas em laboratório também apresentaria uma vantagem clínica em relação ao sangue colhido de doadores.

Isso porque, de acordo com os cientistas, as células produzidas artificialmente são mais novas e têm maior longevidade.

“Produzir uma terapia celular que leve em conta a escala, a qualidade e a segurança exigidas para testes clínicos em humanos é um desafio muito grande. Mas se tivermos êxito, poderemos garantir a populações de diferentes países o benefício dessas transfusões de sangue”, afirmou Marc Turner, professor da Universidade de Edimburgo, na Escócia, e responsável pelo projeto.

“Os testes que faremos também fornecerão informação de valor a outros pesquisadores no desenvolvimento de terapias celulares”, acrescentou.

Técnica

Turner e sua equipe usaram uma técnica que cria células do sangue a partir de células-tronco pluripotentes induzidas, também conhecidas como células iPS ou iPSCs.

Por esse artíficio, as células doadoras são isoladas e cultivadas. Posteriormente, transferem-se para elas os genes das células-tronco associadas por meio de vetores virais.

Ao final do processo, as células-tronco pluripotentes induzidas são estimuladas por uma substância química para se transformar em células do sangue do tipo O, raro e universal.

Segundo Turner, é provável que os testes sejam feitos em três pacientes com talassemia, uma doença que acomete o sangue e exige transfusões contínuas.

O comportamento das células sanguíneas produzidas artificialmente será monitorado durante os testes, acrescentou o pesquisador.

Ele, no entanto, ressalva que ainda há um longo caminho a percorrer para produzir sangue artificial em escala “industrial”.

Atualmente, o custo para uma única transfusão de sangue é de 120 libras no Reino Unido, ou R$ 360.

Para Turner, se os testes forem eficazes, esses custos poderão ser reduzidos substancialmente no futuro.

Fonte: Verdade Gospel/BBC Brasil


Um estudo realizado recentemente por pesquisadores da Universidade do Porto, em Portugal, revelou que as pessoas que frequentam uma igreja regularmente tem uma vida amorosa mais saudável do que os não frequentadores.

O estudo foi conduzido pesquisadores Félix Neto e Maria da Conceição Pinto. Além do fator religioso, foram avaliados também outros fatores da vida dos pesquisados, como idade, e estilo de vida.

- Em contraste com o passado de muita investigação sobre o amor, a nossa pesquisa utilizou uma amostra de adultos que representam uma ampla gama de idade. Concentrando-se em exploração de variações de idade na satisfação com a vida amorosa, a pesquisa mostrou uma visão abrangente das diferenças e semelhanças entre a vida adulta – afirmaram os pesquisadores.

Enquanto a pesquisa apresentou dados valiosos para uma avaliação, Ron Rose, diretor do Faith Coaching Network afirma que os pesquisadores não exploraram o porquê de os frequentadores regulares de igrejas estarem mais satisfeitos com seus relacionamentos.

Ele resume afirmando que a religião e a frequência em uma igreja não são uma chave para os relacionamentos, mas sim que tais relacionamentos saudáveis nascem da postura de vida adotada pelas pessoas que tem uma consciência religiosa.

- Eu descobri que frequência à Igreja é um não a chave, mas é o resultado de um estilo de vida menos egoísta e mais altruísta – afirmou Rose.

- E a consciência muda tudo. Nós fiéis acreditamos que existe algo maior do que nós neste mundo. Há uma grande aventura compartilhada na realidade. Essa é a boa notícia – completou.

Fonte: Gospel+

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