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sexta-feira, 2 de maio de 2014


É HOJE, A PARTIR DAS 22HS: DEBATE CONEXÃO GOSPEL, NÃO PERCA!

O programa Conexão Gospel desta sexta-feira, dia 02 de maio, traz como tema: O MODELO BÍBLICO DE FAMÍLIA ESTÁ SENDO ALVO DE ATAQUES MODERNOS? Escreva sua opinião abaixo e durante o programa estaremos lendo todos os comentários registrados no grupo do programa! Não perca, vai ser uma bênção! Atenção: O programa será transmitido também pelo site da igreja: www.adsantaines.com, a partir das 22hs! (Seja você também um membro do grupo do programa, pelo link:https://www.facebook.com/groups/programaconexaogospel/)


Assista aqui


quinta-feira, 1 de maio de 2014

domingo, 27 de abril de 2014


Um garoto de apenas 9 anos de idade foi sequestrado em sua casa e se manteve cantando uma música gospel durante o tempo em que foi mantido sob poder do criminoso.

Segundo informações da Polícia de Atlanta, Willie Myrick foi levado da frente de sua casa por um homem que dirigiu por horas.

Enquanto o seqüestrador perambulava com Willie no carro, o garoto se mantinha cantando a música “Every Praise”, de Hezekiah Walker.

O criminoso, irritado com a postura inusitada do menino, o xingou e disse que estava cansado da cantoria e que Willie deveria se calar. Como o menino não parou, ele decidiu jogá-lo para fora do veículo, sem ferimentos.

Segundo informações do Charisma News, o autor da música soube da história e visitou o menino na Mt. Carmel Baptist Church, igreja frequentada pela família de Willie.

Ouça a música cantada por Willie Myrick no período em que esteve sequestrado:
Fonte: Gospel+

domingo, 20 de abril de 2014


O ator italiano Pietro Sarubbi, que interpretou Barrabás no filme “A Paixão de Cristo”, lançou um livro em que contou seu testemunho de conversão, que aconteceu durante as filmagens do longa metragem.

Afirmando ter vindo de um histórico onde sempre interpretou “papéis obscuros”, ele conta que nunca esperou atuar em um filme sobre a história de Jesus, sobretudo por causa de seu distanciamento em relação à religião.


- Eu nunca imaginei que eu pudesse atuar em um filme sobre a Paixão de Cristo, porque na época era muito longe da igreja – afirmou o ator, ressaltando ainda que seu único objetivo ao se candidatar a um papel no filme foi financeiro.

- A verdade é que eu queria atuar como o apóstolo Pedro não por algo espiritual, mas porque pagam por dia de trabalho, e Barrabás apareceu muito rapidamente. Então eu argumentei que eu era uma pessoa famosa e não poderia me dar um pequeno papel – explicou o ator.

Porém, ele afirma que a participação no filme foi crucial para sua vida e, sobretudo, para sua conversão ao evangelho. Segundo ele, sua relação com o personagem, e com a fé, começou a mudar quando conversou com Mel Gibson, diretor do filme, sobre o personagem que iria interpretar.

Ao lhe dar mais detalhes sobre o personagem, Gibson o explicou que Barrabás não era apenas um bandido, mas sim um homem que foi torturado e levado ao limite, a um ponto de “começou a virar uma besta”.

- É por isso que eu escolhi você… depois de pesquisar, você parece encarnar tanto o animal selvagem e, ao mesmo tempo, guardar no fundo do coração um homem bom – teria afirmado Mel Gibson a ele.

Ele conta que o grande impacto em sua vida aconteceu na gravação da cena em que o povo perdoou Barrabás e condenou o Messias… Segundo ele, de repente Pietro Sarubbi e Barrabás, na alma do ator, eram um só. A cena progrediu e ele afirma que já não atuava, mas vivia, e os eventos em vibraram em todo seu ser. Finalmente os gritos da multidão tinham alcançado o seu desejo, ele, Barrabás, foi libertado. Segundo relata, ele então desceu os degraus e seus olhos encontraram com a ternura infinita dos olhos Jesus.

- Foi um grande impacto. Eu me senti como se tivesse uma corrente elétrica entre nós. Eu via o próprio Jesus – afirma.

É essa a história que ele contra em detalhes no livro “Da Barabba a Gesù – Convertito da uno sguardo” (“De Barrabás a Jesus, convertido por um olhar”, em tradução livre), afirmando que a partir daquele momento sua vida sofreu uma profunda transformação.

Assista à cena de Barrabás sendo libertado no filme:

Fonte: Gospel+


Depois de todas as polêmicas envolvendo o nome da jornalista Rachel Sheherazade, âncora do “SBT Brasil” que tinha carta branca para emitir sua própria opinião no vídeo, o canal de Silvio Santos resolveu moderar a participação da apresentadora. Em nota divulgada na tarde desta segunda-feira (15), o SBT informa que a partir de agora os comentários em forma de editorial em seus telejornais serão de responsabilidade do canal.

A assessoria do canal informa ainda que a apresentadora poderá ler comentários que não serão mais de sua autoria.

Leia nota na íntegra:

“Em razão do atual cenário criado recentemente em torno de nossa apresentadora Rachel Sheherazade, o SBT decidiu que os comentários em seus telejornais serão feitos unicamente pelo Jornalismo da emissora em forma de Editorial. Essa medida tem como objetivo preservar nossos apresentadores Rachel Sheherazade e Joseval Peixoto, que continuam no comando do SBT Brasil”.

Pr. Silas comenta:

Que vergonha! Que ridículo! O SBT ceder às pressões de partidos, tais como PSOL, PC do B e do PT. Partidos esses, que idolatram Fidel Castro, o governo da Venezuela e suas ideologias baseadas em Marx. Na verdade, de democráticos eles não tem nada. Usam a democracia para se estabelecerem, mas querem calar qualquer que tenha a liberdade de se expressar.

A DEMOCRACIA DO BRASIL CORRE GRANDE PERIGO! Uma jornalista, na maior cara de pau, é silenciada. Liberdade de expressão para todo mundo falar a mesma coisa é ditadura da opinião.

Sabe qual é a verdade que está por detrás dessa questão? É que o SBT recebe milhões de verbas publicitárias do governo, e ter uma jornalista independente é um perigo!

Imagine Sheherazade agora falando da roubalheira da Petrobras. É o governo silenciando a jornalista!

SBT, que vergonha!

UM ALERTA AO POVO DE DEUS: HOJE ESTÃO SILENCIANDO UMA JORNALISTA, AMANHÃ VÃO QUERER SILENCIAR OS PASTORES.

Em 2011, no fórum de Porto Alegre, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que é um dos ideólogos do PT, disse: “Temos que fazer uma disputa com os pastores evangélicos pelas classes C e D”.

Depois não digam que eu não avisei!

Quem tem Fidel Castro como ídolo, como o partido que governa o Brasil, imagina o que eles pretendem fazer em relação à igreja evangélica brasileira.

Sheherazade é a prova contundente e clara da pressão desses partidos, que de democráticos não tem nada, apenas a usam para seus fins ideológicos.

Fonte: Verdade Gospel

Estado defende decisão de diretor de escola pública, mas especialistas criticam restrição à liberdade religiosa

Um impasse envolvendo o uso de uniforme está causando polêmica na escola estadual Caic Euclides da Cunha, em Rio das Pedras, bairro do Rio de Janeiro. Com o sonho de se formar no ensino médio, a diarista Ana Cristina Silva Torres, de 37 anos, contou que, há cerca de duas semanas, foi impedida de frequentar as aulas do curso de Educação Para Jovens e Adultos (EJA), à noite, porque a direção da unidade proibiu o uso de saia para as alunas. Nos últimos dias, Ana Cristina conseguiu voltar a estudar, mas ainda não sabe como sua situação será resolvida. A Secretaria estadual de Educação informou que existe um padrão de uniforme escolar na rede pública de ensino, composto por calça, camisa e tênis, que deve ser respeitado por todos os alunos.

“Sou evangélica e a saia é a vestimenta que eu costumo utilizar no meu dia a dia. Não é nem que a religião me obrigue a só usar saia, mas é como eu me sinto bem. A direção da escola foi trocada e o novo diretor disse para mim que não podia abrir mão do (uso) do uniforme, e que iria cortar o meu nome da lista de alunos matriculados no colégio. E ele nem quis conversar, ouvir meus argumentos. Foi uma situação que me deixou muito magoada”, contou a diarista.

Ana Cristina era analfabeta até seis anos atrás, quando começou a estudar, pensando principalmente em poder acompanhar os estudos das duas filhas. Depois de completar a alfabetização, a diarista resolveu fazer o curso supletivo do ensino fundamental e agora se esforça para conseguir o diploma do ensino médio.

“Essa decisão me pegou de surpresa. (O diretor) falar que iria cortar meu nome da lista (dos matriculados) foi um golpe num sonho que eu tenho desde criança, de conseguir me formar. Os meus pais não me deixaram estudar. Hoje, é um objetivo não só meu como também das minhas filhas. É como se tivessem jogado um balde de água fria na gente”, acrescentou Ana Cristina.

Em nota, a secretaria argumentou que “todas as escolas, (das redes) pública ou privada, têm que possuir regras, como o uso do uniforme, para garantir a segurança de toda a comunidade escolar. Os direitos e deveres são para todos, independentemente da religião que professem”.

Sobre o caso específico da diarista, a secretaria disse ainda que “caso o diretor abra exceção, terá que liberar para todos, acabando com o uso do uniforme”. E concluiu afirmando que a estudante foi a única pessoa que se recusou a frequentar a escola com o padrão exigido de calça, camisa e tênis.

Comparação à proibição do uso de burca na França

Especialistas ouvidos pelo ‘Globo’ foram unânimes em questionar a postura da escola e da secretaria. Consideram que o exercício da manifestação religiosa, refletido na roupa, não pode ser tolhido. O coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, compara a restrição de que a aluna foi vítima à situação das estudantes muçulmanas na França, que foram proibidas de usar a burca para ter acesso às escolas: “É uma luta entre o sistema de ensino, querendo impor regras de comportamento, versus uma opção religiosa. A restrição é equivocada, e tanto a identidade individual quanto sua cidadania estão sendo desrespeitadas”.

O educador destaca que a escola é laica, o que não significa que ela tenha que obrigar um padrão de comportamento e impedir a manifestação religiosa.

O sociólogo e diretor do Iuperj, Geraldo Tadeu Monteiro, chama atenção para semelhanças entre a situação carioca e a polêmica nas escolas francesas, em que “uma norma religiosa colide com uma outra norma, secular”:

“A estudante não está pedindo nada de mais, ela não quer ficar nua, por exemplo. E a obediência às normas religiosas não traz prejuízo aos outros alunos. Pelo que temos visto em termos de decisão judicial nos últimos tempos e pela nossa cultura, é possível que a Justiça se posicione favoravelmente à aluna”.

Ao ser informada pelo ‘Globo’ sobre a polêmica, a Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ ofereceu amparo jurídico à estudante. O vice-presiente da comissão, Aderson Bussinger, defende que, frente a uma situação de convicção religiosa “profunda”, tem que haver flexibilidade. Diz que o caso deve ser tratado como algo de caráter excepcional, para que ela use a roupa que quiser.

“Considerando o preceito da liberdade religiosa como causa pétrea da nossa Constituição e uma questão internacional de direitos humanos, a escola tem que se adequar a essa realidade religiosa”.

Fonte: Verdade Gospel/O Globo

Um estudo realizado recentemente por pesquisadores da Universidade do Porto, em Portugal, revelou que as pessoas que frequentam uma igreja regularmente tem uma vida amorosa mais saudável do que os não frequentadores.

O estudo foi conduzido pesquisadores Félix Neto e Maria da Conceição Pinto. Além do fator religioso, foram avaliados também outros fatores da vida dos pesquisados, como idade, e estilo de vida.

- Em contraste com o passado de muita investigação sobre o amor, a nossa pesquisa utilizou uma amostra de adultos que representam uma ampla gama de idade. Concentrando-se em exploração de variações de idade na satisfação com a vida amorosa, a pesquisa mostrou uma visão abrangente das diferenças e semelhanças entre a vida adulta – afirmaram os pesquisadores.

Enquanto a pesquisa apresentou dados valiosos para uma avaliação, Ron Rose, diretor do Faith Coaching Network afirma que os pesquisadores não exploraram o porquê de os frequentadores regulares de igrejas estarem mais satisfeitos com seus relacionamentos.

Ele resume afirmando que a religião e a frequência em uma igreja não são uma chave para os relacionamentos, mas sim que tais relacionamentos saudáveis nascem da postura de vida adotada pelas pessoas que tem uma consciência religiosa.

- Eu descobri que frequência à Igreja é um não a chave, mas é o resultado de um estilo de vida menos egoísta e mais altruísta – afirmou Rose.

- E a consciência muda tudo. Nós fiéis acreditamos que existe algo maior do que nós neste mundo. Há uma grande aventura compartilhada na realidade. Essa é a boa notícia – completou.

Fonte: Gospel+

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